El fango mío

As De Guia

Comuto en un camuflaje

Veraz de veras

Tan fugaz

Afulgorado intrépido

 

Remembranzas de res

O regios charutos cárnicos

plásticos chamanes

Morrales deceno

 

Desciendo T

                  A

                 N

            A

         L

      T

    O   

Cuasi genético como levas

Levas pérfidas

 

Toscas

 

Me tapan la cara

Mi cueva que cava

Y raras veces

Y O   V Í

 

O tal vez fue él

Quien toqué ring ring

Ras a faz e hito y desdicho

O rito dicho

 

Que no compro ni con sangre

Ni con residuo

Genuino

 

Carva amamantillado

Arromantificado

Acicuervalizado

 

Cóncavos cuencos

Cierrenlotodo

 

4.6.2026 f

F

F

Feli

Ffelipe TTORregrosa

TRRRRRREGR

GROSSA TORELPEFELTO

FFFFEFFFFF FE FFF FE LIF E  FE FF E FE FF EF FF
FFTORR RR RE GG R OSS S S SSS S SSS SS S SS S

F

  • Autor: As De Guia (Offline Offline)
  • Publicado: 6 de junio de 2026 a las 15:41
  • Comentario del autor sobre el poema: C I E R R E N L O T O D O
  • Categoría: Surrealista
  • Lecturas: 6
  • Usuarios favoritos de este poema: Antonio Pais, Matu1987


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