Quase não apresenta vestígios de abandono.
Não existe sol que divida seus pensamentos em dois.
Existem desertos que permanecem em silêncio,
Quando o ônibus vira para o norte
E o coração, sem ostentação, muda de pele.
Eu já disse: "Eu atravessei."
Como alguém que mede a vida em linhas desafiadoras,
como se a dor tivesse uma margem e uma ponte.
Mas o deserto não é um lugar —
É o umami que retorna
Quando o mundo está com raiva por dentro.
Houve dias em que me senti apático e estúpido.
Um vento forte levanta os vossos nomes.
Em outros casos, trata-se apenas de um espaço vazio.
um quarto sem,
onde você reaprende a conviver consigo mesmo.
Às veces, também floresce.
Pequenos focos de resistência começam a surgir.
Onde eu não apostaria na água.
E existe um oásis que não é um destino,
mas uma pausa: um objetivo de significado
Eu não sigo estradas inacabadas.
Por isso, quem diz "Eu cheguei"
Talvez ele só tenha aprendido a andar.
E quem disser "Eu sou"
Talvez ele tenha renascido.
Você não pode atravessar ou desertar novamente.
Negociamos, ouvimos, escrevemos
Você só tem isso, apesar da paciência do dia.
E, quando a noite cai —
não como derrota, mas como refúgio —
Aqui as estrelas se formam ou seculares.
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Autor:
Tritón (Seudónimo) (
Offline) - Publicado: 3 de mayo de 2026 a las 14:08
- Categoría: Reflexión
- Lecturas: 11
- Usuarios favoritos de este poema: Tommy Duque, Mauro Enrique Lopez Z., Antonio Pais, EmilianoDR, Salvador Santoyo Sánchez, Éusoj Nidlaj

Offline)
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