carminha nieves

Un poco ausente.

No silencio, do vazio, de quem nada sabe, medito.

Donde vim quem sou, para onde vou, ninguem sabe.

Ignorância inocente donde assentamos sonhos e desejos.

Afinal que sou eu? Um computador envelhecido, com capa de pele e uns ossos, que há terra pertencem, num pouco de terra num cemiterio qualquer.

não merece a pena pensar no amanhã, no ontem e no nunca.

Tentar viver, como se diz, com chicotadas, beijos falsos, amizades disfarçadas, de quem não nos aceita.

E assim é e sempre será.

Voltarei a publicar , por agora estou a fazer a revisão que sempre será imcompleta do livro que vai ser publicado por CHIADO EDITORIAL.

Comentarios1

  • Maria Isabel Velasquez

    MI QUERIDA AMIGA ME ALEGRA MUCHO SABER DE TI... TE QUIERO
    BUENAS NOCHES SALUDOS A TU ÁNGEL
    ABRAZOS DTB

    • carminha nieves

      Gracias, un beso grande y un fuerte abrazo
      Carminha



    Para poder comentar y calificar este poema, debes estar registrad@. Regístrate aquí o si ya estás registrad@, logueate aquí.