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Altera mundi

 

O urso erguido, o cavalo ramapante, o bote da serpente

Os passos dados sem alguma previsão, tão de repente

O Céu que cai ou se imagina que desce sobre nós à noite

O escuro caminho cheio de gravetos na fuga da luz total

 

Aurora lilás e rosa, vento frio do degelo no fim do Inverno

Aurora, de tez formosa, vento frio no cabelo, corte moderno

Não há economia no lar neste mundo empobrecido de penar

Reza avé marias, mais pais nossos, o credo, sempre a rezar.

 

A imprevisibilidade engloba o estar aqui sendo com os outros.

Engloba o estar aqui agora e então, muito claramente, não mais.


Comentarios1

  • El Hombre de la Rosa

    Grata y Hermosa la lectura de tus preciadas letras amigo Mera Gente...
    Bello tu poema...
    Saludos de amistad de Críspulo...



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